domingo, 24 de maio de 2009

Toma!

Como a gente se engana com o caráter das pessoas não é mesmo?!

Dessa vez ficou muito, muito feio!

3 comentários:

Luiza disse...

Pobre Cliford, enganado por uma namorada de pelúcia. hehehe
Mas te entendo: marido ganhou de um amigo uma cachorrinha labrador e tentou me enrolar dizendo que ofereceria pra minha irmã ou venderia. Na verdade, um teste, já que sabia do meu encanto com filhotes (de gato, cachorro e tudo mais).
Mas em apartamento, definitivamente, não dá.
Ela ficou aqui em casa por um mês, me adorava, mas queria que eu acordasse todos os dias bem cedo pra brincar - praticamente sua humana de estimação - passava o dia correndo atrás dos meus gatos, fazendo xixi onde não devia, mordendo minhas roupas...
E a gota dágua foi ter mastigado um dos meus sapatos.
Resultado: meu cunhado arranjou um interessado e agora ela está bem feliz, numa casa com pátio, com bastante espaço e donos encantados com o bichinho...

Anônimo disse...

Caráter nao é vendido em farmácia...vem da criação e acredito também que seja da convivência quando ainda somos pequenos. É horrível descobrírmos que defendemos alguém, acreditamos fielmente e nos decepcionamos de doer o peito. Mas acontece e muito, ainda mais se apesar da vivência não conseguimos ver a malícia das pessoas.
Espero que nao tenha sido contido, porque pelo que acompanho teu blog, és uma pessoa boa. abraços.

Andrea Nunes disse...

Luiza, cachorro é muito bonitinho, mas dá muito trabalho, é bom pra quem tem tempo de sobre pra cuidar e muito espaço pra eles ficarem. Depois do Clifford teremos tartarugas :o)

Anônimo, pena que não se identificou. Sabe, me decepcionei sim, é dolorido sim saber que nos dedicamos, que fomos "bons" pra alguém que nos trai pelas costas. Doeu, eu fingi que não vi por algum tempo, mas definitivamente ser bom não pode ser confundido com ser otário. Otária eu fui por um tempo, mas basta! Obrigada por me ler ;o)